Incluído pela primeira vez nas Paraolímpiadas em Roma em 1960, esta modalidade destina-se a deficientes motores, com paralisia cerebral, amputados.
Atletismo
função do seu volume de acção, ou seja, a capacidade de realizar movimentos, colocando em evidência as potencialidades dos resíduos musculares, de sequelas de algum tipo de deficiência, bem como os músculos que não foram lesados. Essa avaliação é feita através de teste de força muscular, teste de coordenação e teste funcional. Os classificadores analisam o desempenho do atleta considerando os resultados obtidos nos testes.
Para provas de campo – arremesso, lançamentos e saltos:
F – Field (campo)
F11 a F13 – deficientes visuais
F20 – deficientes mentais
F31 a F38 – paralisados cerebrais (31 a 34-em cadeira de rodas e 35 a 38-ambulantes)
F40 - anões
F41 a F46 – amputados
F51 a F58 – Competem em cadeiras (sequelas de Poliomielite, lesões medulares e amputações)
Para provas de pista – corridas de velocidade e fundo:
T – track (pista)
T11 a T13 – deficientes visuais
T20 – deficientes mentais:
T31 a T38 – paralisados cerebrais (31 a 34-em cadeira de rodas e 35 a 38-ambulantes)
T41 a T46 – amputados :
T51 a T54 – Competem em cadeiras (sequelas de Poliomielite, lesões medulares e amputações)
OBS: As classificações são as mesmas para ambos os sexos. Entretanto, os pesos dos implementos utilizados no arremesso de peso e nos dois tipos de lançamento (dardo e disco) são de acordo com a classe de cada atleta.
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